Psicologia

A equipe de Psicologia do HEAL tem a função de auxiliar o paciente e sua família no reconhecimento do sentido do adoecimento, para que, diante dessa apropriação, possam ser tomadas as atitudes cabíveis apontadas pela realidade do caso.

O setor busca realizar um projeto terapêutico durante o momento da internação, visando a continuidade do tratamento após a crise que motivou a internação hospitalar. As linhas psicológicas que norteiam o trabalho da Equipe de Psicologia da Internação do HEAL são: Fenomenologias Husserliana e Steiniana, Abordagem Centrada na Pessoa, Psicologia Experiencial e Experiência Elementar.

 

A Equipe de Psicologia da Internação oferece os seguintes serviços:

1 – Psicoterapia individual

2 – Psicoterapia em grupo

3 – Plantão psicológico (aos pacientes em crise aguda)

4 – Acolhimento psicológico ao paciente, à família (no ato da internação) e à comunidade em geral

5 – Atendimento individualizado à família (quando necessário)

6 – Grupos de famílias, para transtornos que envolvem dependências

7 – Grupos de famílias, para outros transtornos

Estágio

O setor de Psicologia também trabalha no processo de formação profissional, oferecendo estágio aos graduandos da área.

Psicólogos

  • Alison Vander Gonçalves Amarante
  • Alline Hellen Moreira
  • Guilherme Wykrota Tostes (Coordenador)
  • Pedro Durso Sandoval Babo
  • Walquíria Monteiro Corrêa

Telefones para informações na Psicologia: (31)31152627/2601 – psicologia@heal.org.br

 

Artigos

BALEIA AZUL

Temos testemunhado na mídia/redes sociais nos últimos dias o envolvimento de jovens em práticas disponíveis na web que compreendem tanto sugestões de condutas autolesivas quanto práticas de autoextermínio.Não acredito que podemos culpabilizar e até mesmo proibir o acesso a internet, entendendo este como causa dessas questões, pois a web pode tanto auxiliar o adolescente na elaboração dos seus próprios sofrimentos através de expressão em Blogs ou rede sociais, quanto oferecer o acesso a conteúdos perniciosos. Podemos entender esse fenômeno da Baleia Azul como um sintoma de uma sociedade que não aprendeu a valorizar as pessoas e suas relações. Sustentada por uma dinâmica neoliberal, encontramos uma sociedade que tenta retirar o máximo de produção da pessoa, colocando esta na condição de máquina, o que acarretará em pais cada vez mais distantes do lar, exaustos,trabalhando,muitas vezes, em dois empregos para conseguirem sustentar uma família com um mínimo de dignidade (acesso a saúde, educação de qualidade, etc.). Mas é possível encontrar saídas para essa triste realidade social. Existem atualmente muitos meios de comunicação que permitem os pais estarem mais próximos dos filhos, pois o que realmente poderá fazer diferença será o filho perceber um interesse real do pai por ele, a distância física não é o maior impeditivo.A presença dos pais, é muito importante na delicada fase da adolescência. É importante que o pai eleja momentos e dê de si para seu filho, até mesmo para conseguir perceber que o filho não está bem. Nessas horas,os pais reconhecerem seus próprios limites e procurarem ajuda especializada de um psicólogo e nos casos mais graves de um psicólogo e psiquiatra, pode ser o mais sensato a ser feito.

 

Por: Guilherme Wykrota Tostes – Gerente da Psicologia